Em Maputo, vivia Manuel Ngoma, um homem rico, dono de empresas e carros de luxo. Tinha tudo — até o amor da bela Lídia, mulher elegante e ambiciosa. Mas o amor dela era feito de luxo e aparência
💔 “O Retorno de Lídia”
Em Maputo, vivia Manuel Ngoma, um homem rico, dono de empresas e carros de luxo. Tinha tudo — até o amor da bela Lídia, mulher elegante e ambiciosa. Mas o amor dela era feito de luxo e aparência.
Com o tempo, Lídia começou a gastar demais, contraiu dívidas com gente perigosa e, para escondê-las, usou o nome e o dinheiro do marido. Quando os credores chegaram, Manuel perdeu tudo — casa, carros, negócios.
Nessa hora, quando ele mais precisava, Lídia fugiu, deixando apenas uma carta fria:
> “Perdoa-me, não posso viver na pobreza.”
Anos depois, Manuel reconstruiu a vida. Ficou ainda mais rico e poderoso — mas o coração, esse, nunca mais confiou em ninguém.
Um dia, Lídia voltou. Magra, arrependida, com lágrimas nos olhos. Pediu perdão. Quis recomeçar.
Mas Manuel apenas disse:
> “Quando eu perdi tudo, tu foste embora. Agora que recuperei, quem está pobre és tu — e eu não volto para o passado.”
Lídia chorou, ajoelhou-se, mas foi inútil. Saiu da mansão e desapareceu na escuridão.
Desde então, dizem os vizinhos que, em noites sem lua, ouve-se uma mulher bater à porta da casa de Manuel, chorando e dizendo:
> “Abre, amor… voltei.”
E quem passa na rua jura ver uma sombra feminina parada junto ao portão, olhando fixamente para dentro…
Ninguém sabe se é arrependimento — ou algo que voltou do outro lado para cobrar o amor que destruiu

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